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Guaraní-kaiowá se mobiliza por justiça social

Foto: AP Photo/Eraldo Peres

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Guaraní-kaiowá se mobiliza por justiça social

No Brasil, os povos indígenas sofreram gravemente nas suítes da covid-19. Os povos indígenas têm um dia anual, mas uma luta diária por justiça social e direitos políticos. Uma situação que Guaraní-Kaiowá se manifesta no capital Brasília, para exigir “apoio emergencial”.

Por Klas Lundström

BRASIL Os movimentos sociais de Guaraní-Kaiowá viajaram para a capital do Brasil, Brasília, para pedir o apoio do governo em tempos de Covid-19 e durante uma continuação do roubo ilegal de terras, ou “land grabbing”. O povo Guaraní-Kaiowá mora no estado de Mato Grosso do Sul, no sul de Brasil, onde as indústrias de gado e a soja têm uma presença forte.

“Agora manifestamos afrente o Ministério do Meio Ambiente e o Funai em relação da falta de justiça social no Brasil”, explica Rosicleide Vilhalva, representante do movimento juvenil Aty Jovem, ao Revista Global.

Os guaraní-kaiowá e outros povos indígenas são celebrados anualmente na forma do “Dia do Índio”, o 19 de abril. Um dia em que Rosicleide Vilhalva advogada mais consciência sobre questões índias e a luta política e econômica contra as injustiças sociais no Brasil de hoje.

“Apoio emergencial”

Injustiças que – diz Rosicleide Vilhalva – se aceleraram durante o manejo da pandemia de Covid-19 durante a presidência de Jair Bolsonaro, uma época que causou muitas mortes, grande sofrimento e ampla insegurança entre os indígenas. 

Líderes do Guaraní-Kaiowá buscam “apoio emergencial para situações de miséria e fome que retornam a agoniar a comunidade Guaraní-Kaiowá”, diz uma nota pública do movimento social Aty Guasu.

“Desde o início de 2021, frente ao isolamento e desespero, toda a semana ocorreu dois suicídios guaraní-kaiowá. Mais de 20 indígenas Guaraní-Kaiowá isolados cometeram o suicídio, esse fato é muito preocupante”, diz Rosicleide Vilhalva.

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